Olha!
Você tem todas as coisas
Que um dia eu sonhei prá mim
A cabeça cheia de problemas
Não me importo
Eu gosto mesmo assim...
Tem os olhos cheios
De esperança
De uma cor que mais
Ninguém possui
Me traz meu passado
E as lembranças
Coisas que eu quis ser
E não fui...
Olha!
Você vive tão distante
Muito além do que
Eu posso ter
Eu que sempre fui
Tão inconstante
Te juro meu amor
Agora é prá valer....
Olha!
Vem comigo aonde eu for
Seja a minha amante
E meu amor
Vem seguir comigo
O meu caminho
E viver a vida
Só de amor...
Olha!
Você vive tão distante
Muito além do que
Eu posso ter
Eu que sempre fui
Tão inconstante
Te juro meu amor
Agora é prá valer....
Olha!
Vem comigo aonde eu for
Seja a minha amante
E meu amor
Vem seguir comigo
O meu caminho
E viver a vida
Só de amor...
Roberto Carlos / Erasmo Carlos
quinta-feira, 30 de abril de 2009
x)
Plasticidade: é a propriedade de um corpo mudar de forma de modo irreversível, ao ser submetido a uma tensão
Deformação plástica: é quando a tensão não é mais proporcional à deformação ocorrendo então uma deformação não recuperável e permanente
Acabei de ler um dos textos mais importantes do ano pra mim, que vai fazer toda a diferença daqui pra frente... sem dúvidas.
(http://6contados.blogspot.com/)
Então pensando um pouco, cheguei a um breve esclarecimento (pra mim, lógico), de esse tal "novo ver", esse olhar poético das coisas, vejo com temos o olha plástico de cada coisa, tudo o que nos rodeia, e que vemos com tal simplicidade, esse tal "normal". Mas é direto o enfoque que o autor (Rubem Alves), traz essa "satori" (do zen-budismo), é muito ligada a essa deformação plástica, já que, provoca desfazer essa normalização das coisas, e transformar tudo o que circunda o ser. Mas que, vem normalmente (parece redundante, mas...), sem preocupação, de estar vendo tal objeto, com esse olhar não-clínico, poético, remetente á abertura desse terceiro olho.
Chico Science disse de forma muito interessante o que quero dizer:
“Deixar que os fatos sejam fatos naturalmente,sem que sejam forjados para acontecer.
Deixar que os olhos vejam pequenos detalhes lentamente.
Deixar que as coisas que lhe circundam estejam sempre inertes, como móveis inofensivos, pra lhe servir quando for preciso, e nunca lhe causar nenhum dano , sejam eles morais, físicos ou psicológicos.”
...É isso...
Deformação plástica: é quando a tensão não é mais proporcional à deformação ocorrendo então uma deformação não recuperável e permanente
Acabei de ler um dos textos mais importantes do ano pra mim, que vai fazer toda a diferença daqui pra frente... sem dúvidas.
(http://6contados.blogspot.com/)
Então pensando um pouco, cheguei a um breve esclarecimento (pra mim, lógico), de esse tal "novo ver", esse olhar poético das coisas, vejo com temos o olha plástico de cada coisa, tudo o que nos rodeia, e que vemos com tal simplicidade, esse tal "normal". Mas é direto o enfoque que o autor (Rubem Alves), traz essa "satori" (do zen-budismo), é muito ligada a essa deformação plástica, já que, provoca desfazer essa normalização das coisas, e transformar tudo o que circunda o ser. Mas que, vem normalmente (parece redundante, mas...), sem preocupação, de estar vendo tal objeto, com esse olhar não-clínico, poético, remetente á abertura desse terceiro olho.
Chico Science disse de forma muito interessante o que quero dizer:
“Deixar que os fatos sejam fatos naturalmente,sem que sejam forjados para acontecer.
Deixar que os olhos vejam pequenos detalhes lentamente.
Deixar que as coisas que lhe circundam estejam sempre inertes, como móveis inofensivos, pra lhe servir quando for preciso, e nunca lhe causar nenhum dano , sejam eles morais, físicos ou psicológicos.”
...É isso...
terça-feira, 28 de abril de 2009
...[2]
Já estive contigo numa boa, já te dei valor
Dei preço, desfiz, gostei, já pensei em te deixar
Em te expulsar e até em acabar com você...
Já quis gritar por você, e com você
De felicidade, de amor, de raiva, tristeza, e até pena
E fiz tudo isso, mas nunca ao extremo, nunca consegui fazê-lo por completo...
...talvez nunca o faça, mas... vou continuar tentando!
Pode crer!
amo, esse meu louco viver...
Je t'aime, la vie!
Dei preço, desfiz, gostei, já pensei em te deixar
Em te expulsar e até em acabar com você...
Já quis gritar por você, e com você
De felicidade, de amor, de raiva, tristeza, e até pena
E fiz tudo isso, mas nunca ao extremo, nunca consegui fazê-lo por completo...
...talvez nunca o faça, mas... vou continuar tentando!
Pode crer!
amo, esse meu louco viver...
Je t'aime, la vie!
segunda-feira, 27 de abril de 2009
...
http://www.youtube.com/watch?v=MQpnady8u6c&feature=related
Sedução barata eu mato como pé e esmago até o fim
A Cinderela, pelo encanto da flauta, segue o rato
Mais uma dia de complicações e eu compro um tênis barato
Pra correr e perder a barriga que incomoda
Pra fugir das intrigas, fugir das intrigas da roda
Mas você, eu quero que você se exploda !
Preso como um camundongo na velha ratoeira
E só vai ser solto quando chegar a nova faxineira
Que te joga na lata do lixo
Mas você, eu quero que você se exploda !
Quando acordo, agora já em casa, e a ressaca me domina
Eu to sabendo que o tapa pegou, e eu vou entrando no clima
Mas o elo da corrente agora já enferrujou
E eu percebi então cresci, e vou direto pro gol
Mas você, eu quero que você se exploda ! "
Sedução Barata – Irmão Carlos e o Catado (Carlos Fernando Ribeiro Paiva Junior )
Sedução barata eu mato como pé e esmago até o fim
A Cinderela, pelo encanto da flauta, segue o rato
Mais uma dia de complicações e eu compro um tênis barato
Pra correr e perder a barriga que incomoda
Pra fugir das intrigas, fugir das intrigas da roda
Mas você, eu quero que você se exploda !
Preso como um camundongo na velha ratoeira
E só vai ser solto quando chegar a nova faxineira
Que te joga na lata do lixo
Mas você, eu quero que você se exploda !
Quando acordo, agora já em casa, e a ressaca me domina
Eu to sabendo que o tapa pegou, e eu vou entrando no clima
Mas o elo da corrente agora já enferrujou
E eu percebi então cresci, e vou direto pro gol
Mas você, eu quero que você se exploda ! "
Sedução Barata – Irmão Carlos e o Catado (Carlos Fernando Ribeiro Paiva Junior )
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