Sereia não para de cantar
Sereia quer me levar pro mar
Sereia, sereia
Sereia perdeu e quer encontrar,
Seu espelho seu pente seu colar
Marujo, se encantou com a sereia
Deixou seu navio encalhar na areia
Para esta sereia não ha encanto que chega
Quis pegar o marujo, mas ela que foi pega
Só que eu não entendi,
Se a sereia pegou o marujo
Ou o marujo pegou a sereia .......
Marujo encontrou um baú de tesouro
Tinha um pente um espelho e um colar de ouro
Marujo encalhou o navio na areia
Ficou encantado com a voz da sereia
segunda-feira, 29 de junho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
Serenata.
Ser ou não ser?

Gay, (latim tardio gaiu, pelo francês gui, ao inglês gay = "alegre, jovial) termo utilizado normalmente para se designar o indivíduo, (homem ou mulher), homossexual.
Bissexual, termo aplicado a seres e, mais comumente, pessoas, que se sentem atraídos por ambos os sexos, servindo, portanto de um quase meio-termo entre o hetero e o homossexual.
Hoje, 29 de junho, dia mundial do orgulho gay, conversei, sem saber da data comemorativa (verdade), sobre o assunto, sobre ser gay, ser ‘Bi’, assuntos que surgiram do pressuposto de tais pessoas me chamarem de Gay, de ‘Bi’, brincadeiras que “coincidentemente” foram bem acentuadas neste dia.
Como estive com a Serena (que tem certeza de que sou!), nós vimos um documentário na TV, logo após de ver clipes com o tema, (o canal tava focando isso), sobre o crescimento do ‘bissexualismo’, no mundo. A pesquisa baseava-se em, entrevistar pessoas que viviam, experimentavam, ou simplesmente observavam tal crescimento. Tinha um rapaz, 18 anos, que estava se relacionando com um homem, mas queria que este, fosse uma mulher, pois pra ele seria mais fácil tal relação. Também, uma garota bissexual, que namorava um homem, e o mesmo sabia que ela sentia atração por pessoas do mesmo sexo. E um garoto, de 11 anos, que era filho de pai Gay, e mãe “curiosa”, e que tinha uma relação muito estranha com a vida social, pois entendia que, tinha que ser “espelho” do pai, e, portanto gay, mas que não era bem isso que queria.
Essas questões me levaram a perceber que é muito mais fácil, e comum do que todo o mundo imagina tudo está ligado ao sentimento humano, de pessoa pra pessoa, sem preocupação com sexo, ou orientação sexual, nem raça, nem experiência de vida, nem relação familiar, nem sociabilidade, questões financeira. O amor ou a falta dele é o mesmo para qualquer todos, ou pelo menos deveria ser.
De qualquer forma, eu apóio o fim da homofobia, apóio a união entre as raças (se é que existe isso, raça), e apóio também o amor Livre. Pronto! E Feliz dia Mundial do orgulho Gay pra todos, Gays, Lésbicas, Bi’s, simpatizantes, curiosos e ou não.
Eu queria mesmo era dormir e sonhar, sonha que estava dentro do meu corpo, e pudesse reorganizar meus sentimentos e ações futuras, e reencaixotar todos novamente.
Colocaria a preguiça e a gula, juntos dentro de uma caixinha de fósforo, e importância com as coisas eu diminuía também, e colocava num lugar mais longe do meu alcance, depois juntava o esforço, a intensidade, o afinco e a fé, dentro de um caixote bem grande, de madeira, e deixava lá, com espaço, pra crescer mais ainda. A atenção e a responsabilidade eu colocava em caixas daquelas de TV 21 polegadas, mas em caixas separadas. o mal gosto, a mentira, e a intolerância (junto com a tolerância), eu apertava num cantinho, bem apertado, e escuro, mas bem onde eu soubesse onde estaria, e os sentimentos bons, tipo, paixão, amor, afeto, essas coisas eventuais, eu engavetava com etiqueta, assim eu poderia separar e usar um de cada vez, pra não atrapalhar tudo como vem acontecendo, azar e sorte eu colocava numa caixa daquelas que você enfia a mão e pega uma, na surpresa, pra usar todo dia... E a felicidade eu deixava fora da caixa mesmo, e junto com o que sobrasse eu jogava fora junto à tristeza e a amargura... Mas sonho assim a gente tem que viver acordado mesmo.
Colocaria a preguiça e a gula, juntos dentro de uma caixinha de fósforo, e importância com as coisas eu diminuía também, e colocava num lugar mais longe do meu alcance, depois juntava o esforço, a intensidade, o afinco e a fé, dentro de um caixote bem grande, de madeira, e deixava lá, com espaço, pra crescer mais ainda. A atenção e a responsabilidade eu colocava em caixas daquelas de TV 21 polegadas, mas em caixas separadas. o mal gosto, a mentira, e a intolerância (junto com a tolerância), eu apertava num cantinho, bem apertado, e escuro, mas bem onde eu soubesse onde estaria, e os sentimentos bons, tipo, paixão, amor, afeto, essas coisas eventuais, eu engavetava com etiqueta, assim eu poderia separar e usar um de cada vez, pra não atrapalhar tudo como vem acontecendo, azar e sorte eu colocava numa caixa daquelas que você enfia a mão e pega uma, na surpresa, pra usar todo dia... E a felicidade eu deixava fora da caixa mesmo, e junto com o que sobrasse eu jogava fora junto à tristeza e a amargura... Mas sonho assim a gente tem que viver acordado mesmo.
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