domingo, 3 de maio de 2009

Vida!

(Ainda sem fôlego)

Quando eu tinha 7 anos de idade, estava com umas amigas, na casa delas, são aquelas amigas irmãs sabe daquelas que tu passas mais tempo na casa delas do que na tua. E em mais uma daquelas conversas de “o quê você quer ser quando crescer?”, lembro muito bem que a Janaína queria ser professora... A Jandiara, mais nova que a Jana, queria ser médica... Tinha a Lorena também lá, mas não lembro o que ela disse, mas sempre me lembro com todos os detalhes que eu queria me casar, aos 17 anos (eu pensava que 10 anos era tempo suficiente), eu queria ser pai. Sei lá, sempre tive meu pai com “O Cara”, ele sabia tudo, sempre sabia o que eu perguntava, e isso era o mundo pra mim. Eu queria sim!
Não casei com 17, nem tive um filho, mas o tempo vai dar o Tom, e não vai demorar muito, estarei Pai, e meu sonho de infância, real vai ser...

Coração a Mil...

Tom.



Eu vou lhe dar um prato de flores
E no seu ventre vou fazer o meu jardim
Que vai florir, que vai florir...
Quando os espinhos lançarem as dores
Do cheiro forte do jardim que não tem fim
Que não tem fim, que não tem fim...

Tom, e o seu umbigo ainda em flor, vai mexer com o tempo, vai matar a dor de novo. Pra sempre, vai matar a dor.

(Obrigada, meu Deus, pela força!)

*Tomando liberdade de colocar o post.
do Blog do amor de minha Vida!
Lorena, Te Amo!

sábado, 2 de maio de 2009



...sem cadência, sem molejo, sempre querendo ser bamba
sem adereço, nem harmonia, indo até onde meu timbre alcança.
Diz-se de “beliscar o azulejo”, quando se está em atraso sexual. Que pode muito bem ser chamada de seca! (não é o meu caso, óbvio, coisa de um amigo meu ai...).
E pensando nesse amigo meu, resolvi escrever um pouquinho sobre essa tal abstinência, que incomoda a tantos.
É complicado, sabe, falar assim, por que abstinência sexual pode estar ligada a vários fatos, a vários sentidos. E com certeza pode ser por vontade própria, por que amar alguém que tá longe, por fé, por desencanto, e até por estar de saco cheio dessa correria desvairada, atrás do prazer infinito, dessa competição sexual de quem come quem, e de quem come mais. No final, é só esse banho de ejaculação.
Cadê aquela paquera, que tanto tirava o sono de nós, meninos, decorando perguntas e conversas para impressionar as garotas, e ganhar a paquera, e quem sabe aquele sorriso, e até um desejado beijo. Na Boca!
E aquela descoberta com a namoradinha, tão amada, descobrindo cada parte do corpo alheio, e sentindo cada arrepio que os toques iam proporcionando, toda aquela pesquisa em revistas e sites, sobre sexo, e primeira vez, e como não passar vergonha, naquela hora. Eu não minto, sou brega mesmo, sou saudosista de coração, e lembro com um carinho enorme de toda a minha trajetória sexual, em busca desse tal de “prazer”.
Não sou muito bom de dar conselhos, ainda mais para amigos em situações que não costumo viver. Só te digo que gozo, não é, e nunca será, o mesmo que prazer.

Ah sim, esqueci de dizer: que beliscar o azulejo também se dá, naquela hora que o prazer chega, que ele é liberado! (aquela vontadezinha de agarrar qualquer coisa e apertar com toda força... talvez dê certo com o azulejo também).

LEMBRANDO SEMPRE QUE É CASO DE UM AMIGO MEU...TADINHO!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

é pirraça...de certo!

(???)

Saudade não é tão bom assim, e todos os dias luto com esse esgotamento que sinto, e penso que não pode ser tão ruim, esse peso todo. Mas penso também que não é assim, que não é tão justo viver assim, e fico me podando de coisas que sinto, ou gostaria de sentir, pelos dois motivos.
Julgar a si próprio não é fácil, mas é preciso fazer, tão justamente e avidamente, que se torna quase impossível tal façanha. Mas, de qualquer forma, é mais cômodo pensar que o peso já é tão grande, que aumentá-lo já seria exagero.
E por isso, dia após dia, piro horas sem pensar nada, sentado no sofá-cama, rabiscando papeis e mais papeis, sem ter, nem procurar explicação... que talvez nem existam, e eu fique, assim, preso à esses dias e dias, e dias...



“O teu sorriso lindo, indefinido
Suas mãos tão quentes atravessando o meu vestido
Palavras que falávamos simultaneamente
No meu ouvido o teu discurso indecente”


(Isabela Taviane)

Ai ai ai...